Sobre
A CASINFÂNCIA – Lugar, Tempo e Discurso é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em 2014, dedicada à investigação em arte contemporânea, à criação artística e ao desenvolvimento de projetos curatoriais e de programação cultural ancorados em contextos específicos.
A sua prática assenta no cruzamento entre criação, pensamento crítico e colaboração, através do estabelecimento de parcerias nacionais e internacionais com artistas, investigadores e instituições públicas e privadas. A CASINFÂNCIA concebe e produz exposições, programas de residências artísticas, edições e ações de mediação, desenvolvidos em estreita relação com os territórios onde intervém — de contextos industriais a museus, centros de arte contemporânea e associações culturais.
Entre as iniciativas desenvolvidas destacam-se trabalhos dedicados ao estudo e à ativação de espólios artísticos, alguns deles em risco, bem como a conceção de projetos curatoriais e a criação de programação cultural para diversas instituições.
Este percurso integra ainda propostas realizadas em contextos distintos, como A Fábrica que Desvanece à Baía do Tejo, desenvolvido no antigo território industrial da Companhia União Fabril, atual Baía do Tejo (Barreiro), e Estudos do Labirinto, concebido em articulação com vários museus de Belém (Lisboa), em parceria com o Museu Nacional de Etnologia, o Jardim Botânico Tropical, o Museu de Marinha e o Planetário Calouste Gulbenkian.
Para além da produção curatorial, a CASINFÂNCIA promove momentos públicos de partilha e reflexão — oficinas, colóquios e encontros — entendidos como parte integrante da sua prática.
A sua missão é fomentar o encontro e a produção de pensamento crítico entre artistas, investigadores, lugares e comunidades, promovendo práticas curatoriais e artísticas enraizadas no território e abertas ao diálogo interdisciplinar.
O Nome

O Nome surge do encontro com a poesia de Herberto Helder, um poema — Minha cabeça estremece.
CASINFÂNCIA representa tempo, abismo, vida e morte, uma casa absoluta, múltipla que se transforma, que se adensa. É água interna...
Minha cabeça estremece (escuta)
Musica de Rodrigo Leão / Gabriel Gomes
Poema de Herberto Helder (dito pelo próprio)
Faixa do disco "Entre nós e as palavras" (Sony, 1997) — projecto "Os Poetas"